Histórias de vida nas Aldeias SOS

Aqui encontrará testemunhos das nossas crianças, jovens e famílias que passaram pelos nossos programas em Portugal ou num dos 135 países onde trabalhamos.
 

Crescer numa Aldeia SOS

Marcelino Mota conta-nos a história da sua vida. Ex-residente da Aldeia SOS de Bicesse dá o seu testemunho. Hoje tem uma vida estável, gosta de viajar e do seu trabalho na área da jardinagem. Continua a estar ligado à Aldeia SOS, quer pela organização de encontros entre os ex-residentes ou como voluntário.

Amor e um lar para cada criança

O Terras de Gaia foi até à Aldeia de Crianças SOS de Gulpilhares e conheceu a realidade da instituição. Caminhou pela aldeia com uma ex-residente, conversou com uma mãe social e percebeu que os laços que se criam são tão fortes como em qualquer outra relação familiar.

De Bicesse para a Dinamarca

Paula convidou-nos* para tomar café e comer bolo em sua casa. À sua frente tem um grande livro de fotos e um iPad pronto para ilustrar a história que nos vai contar. Paula tinha 1 ano quando, acompanhada dos seus seis irmãos, foi viver para a primeira Aldeia SOS de Portugal, em Bicesse. Hoje, Paula vive na cidade de Allerod, na Dinamarca e foi lá que deu esta entrevista às Aldeias de Crianças SOS locais.

Benvinda Neves cresceu na Aldeia SOS de Bicesse

A minha relação com a Aldeia de Crianças SOS de Bicesse iniciou-se há precisamente 50 anos. Tinha 6 anos (quase 7) quando a minha mãe faleceu. Eramos um grupo de sete irmãos e era impossível ao meu pai trabalhar e olhar por todos nós. Fomos colocados numa instituição – rapazes para um lado, meninas para outro, como era normal nos colégios na época. 

Manuel Matias presenciou o primeiro acampamento de férias SOS no Meco.

A minha relação com as Aldeias SOS iniciou-se mais activamente a partir de 1976, ano em que terminei o Secundário e decorreu o primeiro Acampamento de férias SOS no Meco. Conheci por dentro, as Aldeias SOS pela ligação familiar a uma das sócias fundadoras Dra. Palmira Cabrita Matias, minha tia, pelo envolvimento dos meus pais, mas também através da amizade com as crianças e jovens residentes de então.

 

"Tudo começou há 20 anos, quando fui visitar uns amigos à Aldeia SOS da Guarda". Conta-nos Manuel Salvador.

Fui visitar uns amigos à Aldeia SOS da Guarda que me entusiasmaram a candidatar-me ao cargo de Diretor da Aldeia SOS de Bicesse, então “órfã” dessa figura paterna. Fiz estágio de preparação nas Aldeias SOS da Guarda e de Gulpilhares, e só viria a conhecer a Aldeia SOS de Bicesse uns meses mais tarde, mas já a tinha no coração desde esse primeiro momento em que ouvira falar das suas Mães SOS, das suas crianças, das suas Casas e dos seus anseios.